Mostrando postagens com marcador psicologia social. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador psicologia social. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 15 de junho de 2020

Eurekka e Psipamela : Psicologia descomplicada no Instagram

O Instagram tem 1bilhão de usuários e por conta disso é possível encontrar os mais variados tipos de conteúdo: música, fofocas, lojas, algumas famigeradas blogueiras, psicologia, entre outros.



Nesse mar de possibilidades sigo dois perfis de psicologia o Eurekka e a Psipamela em comum eles têm a premissa de estabelecer uma ligação mais próxima com o público e oferecer conteúdo que atendam às necessidades deles. Os seguidores de ambos os perfis não estão interessados em discussões excessivamente acadêmicas sobre psicologia e sim como o conhecimento pode ajudá-los a resolver problemas enfrentados no dia a dia.



Eurekka (@eurekka.me) é um Instagram criado por três amigos e psicólogos, os posts são em uma linguagem acessível, amigável e voltado para as demandas trazidas pelos seguidores.  O perfil publica miniguias com dicas e sugestões sobre assuntos pertinentes como ansiedade, procrastinação, término de relacionamento entre outros.


Além disso, eles respondem nos stories perguntas dos seguidores sobre os mais variados e sempre estimulam a pessoa a refletir e tomar decisões por conta própria em vez de dar uma resposta  clichê.


O outro perfil do Instagram é o da psicóloga Pâmela Magalhães (@psipamela) nele ela faz postagens sobre as demandas mais comuns dos seguidores, em especial a de relacionamentos amorosos.


A linguagem que ela utiliza nas publicações por vezes me lembram crônicas e gosto da forma que ela escreve, a @psipamela também responde perguntas nos stories e faz lives periódicas sobre temas sugeridos pelo público.


Recomendo o @eurekka.me e a @psipamela para você que quer seguir conteúdos informativos e que possam te ajudar de alguma forma.


segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Campanha Janeiro Branco chega a sua 6ª edição


A campanha Janeiro Branco chega em 2019 a sua sexta edição, ela foi criada com o objetivo de difundir uma cultura de saúde mental no Brasil como uma forma de prevenção ao adoecimento emocional da população. O tema da campanha é “quem cuida da mente cuida da vida’’, o tema evidencia a importância da saúde mental para o bem-estar de um indivíduo, pois o adoecimento emocional afeta completamente o indivíduo.

Ainda há na sociedade brasileira um grande tabu sobre procurar ajuda psicológica, há fatores que inibem a procura de ajuda como: relutância de entrar em contato com os aspectos sofridos de si mesmo, o que pode ser um custo que por vezes o sujeito não quer reconhecer e se implicar, além disso há a crença de que só vai ao psicólogo quem sofre de doenças graves.

Estudos apresentados pela OMS (Organização Mundial de Saúde) e Mistério da Saúde indicam que o Brasil tem experimentado um crescimento vertiginoso das problemáticas relativas à Saúde Mental/Saúde Emocional dos indivíduos e de toda a sociedade.

Porém, de acordo com o psicólogo Leonardo Abrahão, idealizador da Campanha Janeiro Branco, apesar da evidente necessidade de se colocar o assunto em pauta, muito pouco ainda se discute a respeito.

“Através da Campanha Janeiro Branco, pretendemos difundir um conceito ampliado de Saúde Mental/Saúde Emocional, como um estado de equilíbrio sem o qual não é possível viver satisfatoriamente em sociedade. Escolhemos o mês de janeiro para mobilização pelo fato de que, em geral, no início do ano as pessoas estão predispostas a pensar sobre as suas vidas em diversos aspectos, e, a cor branca, pois, como em uma tela em branco, queremos incentivá-los a desenhar novas possibilidades em suas vidas”, pontua Abrahão.

Em Belém o evento ocorrerá no dia 20 de Janeiro (domingo) das 8h às 12h na Praça da República.- haverá atividades como postura de Yoga para iniciantes, oficinas artísticas para crianças, mindfulness, fisiotaichi, rodas de conversas psicoeducativas entre outras atividades com o objetivo de promover bem estar coletivo - reforçando a importância do debate e do conhecimento da saúde mental como um todo.
A comissão organizadora do evento em Belém: Prefeitura de Belém, Viva Espaço Terapêutico, a Liga Acadêmica Paraense De Saúde Mental (LAPASME).

Com informações obtidas  em: janeirobranco.com.br (press release) e Ação Campanha Janeiro Branco em Belém.

Lugares em Belém  aonde podem ser encontrados atendimentos psicológicos gratuitos:


 



sexta-feira, 3 de março de 2017

Livro : Psicologia das multidões - Gustave Le Bon

Quando eu estudava na universidade eu era uma assídua frequentadora da biblioteca central, eu ia para lá ler livros que não tinham relação direta com o meu curso, em sua maioria os temas dos livros que eu costumava ler eram Psicologia Social, Filosofia e Sociologia.

Foi na biblioteca da universidade que eu descobri autores como Zygmunt Bauman, Pierre Bourdieu, Michel Foucault, entre tantos outros. Em uma das minhas visitas à biblioteca eu vi o livro Psicologia das Multidões do autor Gustave Le Bon e o peguei emprestado.  Le Bon fala  em seu livro fala que as características das multidões são a impulsividade, a irritabilidade, a incapacidade raciocinar, a ausência de espírito crítico, anonimato e impunidade, Segundo ele as pessoas que fazem parte de uma multidão assumem uma  “alma coletiva”.




Segundo o livro uma pessoa que esteja sozinha tem consciência de que não pode incendiar casa ou saquear uma loja, porém, quando ela faz parte de uma multidão se deixar sugestionar por ela o que a faz perder a individualidade naquele momento, e diante da primeira sugestão se saques ou linchamentos, cederá imediatamente.

No mês passado uma matéria do UOL me chamou atenção, ela falava sobre a onda de saques a lojas no estado do Espírito Santo e no decorrer da minha leitura da reportagem identifiquei vários conceitos abordados no livro de Le Bon mas sem mencionar o livro onde essas ideias foram desenvolvidas, um exemplo são os seguintes trechos: “ a condição de anonimato é essencial para que esse comportamento de massa aconteça. Se eu for sozinho, eu vou ser identificado. Se eu sou anônimo, se estou espalhado na multidão, me sinto imune" [...] “A lógica é que já que o fato está acontecendo, a pessoa vai lá levar a parte dela sem se responsabilizar. É o que acontece com quem participa de um linchamento”.

Psicologia das multidões é um livro que foi publicado pela primeira vez em 1894 e que até hoje continua atual e ajuda a compreender as relações humanas em uma multidão e ajuda explicar atos como saques, linchamentos, brigas de torcedores de times de futebol entre outros acontecimentos.


Caso você queira ler a matéria do UOL que inspirou esse post este é o link: 
https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2017/02/10/por-que-cidadaos-saqueiam-lojas-quando-nao-tem-pm-nas-ruas.htm
: