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segunda-feira, 2 de agosto de 2021

A vilã Alice é a grande protagonista da segunda temporada de Batwoman

A segunda temporada de Batwoman chegou ao fim após 18 capítulos, nela somos apresentados a Ryan Wilder (Javicia Leslie)  que viria a ser a nova Batwoman, ela é uma mulher que sofreu muito durante a vida, ela tem passagens pela polícia e está disposta a defender Gotham city dos criminosos.


 Embora Leslie atue melhor que a sua antecessora, a Ruby Rose, ela ainda não me convenceu no papel de heroína de Gotham, acho que isso é culpa do roteiro que ainda não conseguiu criar uma história convincente. Ryan Wilder é uma Batwoman que ainda está a sombra da Kate Kane.

Javicia Leslie como Ryan Wilder

 Ruby Rose como a Kate Kane

A verdadeira protagonista desta segunda temporada é a vilã e irmã gêmea de Kate Kane, a Alice. Ela foi a peça fundamental na trama, a maioria das histórias exploradas tinham alguma ligação com ela, além disso ela foi o elo entre as histórias de Ryan Wilder e a Kate Kane. Se não fosse pela Alice essa segunda temporada não teria sentido nenhum, ela carregou a série nas costas. 

Alice

O mérito é todo da atriz Rachel Skarten que conseguiu fazer da Alice uma vilã com várias camadas, bem longe do maniqueísmo comuns em histórias de super-heróis. É por causa dela que Alice é um personagem rico e que não resvala em momento algum na canastrice.

Alice é a grande protagonista

Sophia foi uma personagem com pouca função nesta segunda temporada, ao contrário da primeira onde se destacou, nessa segunda temporada dava a impressão que os roteiristas não sabiam o que fazer com a personagem mas também não poderiam tirá-la da série sem motivo algum.

Meagan Tandy como a Sophia

 A atriz Meagan Tandy fez o melhor que pôde com a personagem. É uma pena uma personagem que tinha várias possibilidades de narrativas junto com a Kate Kane ter sido esvaziada depois que a antiga Batwoman desapareceu.

Kate e Sophia na primeira temporada

 Temos também a participação especial da Kate Kane, desta vez interpretada pela atriz Wallis Day que fez um bom trabalho. A função de Kane era manter algum tipo de coerência na trama e encerrar algumas histórias como a dos Corvos.

Wallis Day como a Kate Kane

A segunda temporada de Batwoman foi razoável, ela começou muito confusa e sem sentido porém os roteiristas conseguiram criar uma história coerente. Eles optaram pelo mais difícil que foi criar uma nova história em vez de apenas escalar uma nova atriz para interpretar a Kate Kane.

Kate e Sophia

A terceira temporada está marcada para estrear em outubro deste ano e pretendo assistir para saber o que a Alice irá aprontar na nova temporada.   

segunda-feira, 10 de maio de 2021

Distopia 1984 de Orwell mostra como pode ser o futuro próximo

A distopia 1984 foi escrita por George Orwell em 1948 e se tornou um grande sucesso. Em 2020 o livro voltou a ser um dos mais vendidos na categoria ficção.


Já tinha assistido ao filme 1984 e estudado um pouco sobre distopias porém ainda não  havia lido, até que neste ano decidi comprá-lo.

1984 o filme

O livro descreve um regime autoritário que controla a vida dos cidadãos e os espiona até mesmo dentro de suas próprias casas por meio das famigeradas teletelas.

Teletela dentro da casa de Winston, não há privacidade

As pessoas não têm como fazer escolhas e nem privacidade nas suas próprias casas, tudo é controlado pelo partido tirano que tem como figura maior o Grande Irmão (em inglês Big Brother, sim o nome do famoso reality show veio daí). Ele é implacável e quando alguém vai de encontro às suas ordens a pessoa é sumariamente apagada sem deixar quaisquer vestígios de que um dia essa ela existiu.

O grande irmão


Os nomes dos ministérios do regime ditatorial contradizem com as funções deles, por exemplo o Ministério do Amor promove torturas e o Ministério da Fartura promove a fome, O partido também promove slogans absurdos como "guerra é paz'', ''liberdade é escravidão'', ''ignorância é força''. Tudo isso promove uma dissonância cognitiva e confunde os cidadãos. 

Orwell escreveu que "quem controla o passado, controla o presente" e explica como isso acontece, de tempos em tempos notícias antigas e dados antigos são modificados para atender a ordem do partido que quer passar para a população que o regime autoritário está sendo muito bom e que não há porque se revoltar, além disso a ocultação de dados faz com que os cidadãos fiquem sem ter parâmetros para comparar o passado com o presente e desse modo não há como se revoltar ou exigir melhorias nas condições de vida.

Winston é um dos funcionários encarregados de alterar os dados do passado e fabricar outros do agrado do regime autoritário.

No livro também mostra que uma das formas mais eficientes de controlar a população é restrição lexical, vocábulos são extirpados do dicionário para impedir que a população consiga se expressar e questionar o partido. As palavras são suprimidas e substituídas por outras sem o mesmo significado, é a chamada Novafala.


O regime autoritário controla até mesmo a vida íntima dos cidadãos ao promover a castidade como política de estado, quem for pego ao descumprir a ordem pode sofrer sérias consequências. 


Além disso, os cidadãos são instigados a sentir e vociferar ódio contra os traidores do governo deste modo a libido é canalizada para algo útil ao partido, tanto que há um evento público chamado 2 minutos de ódio onde todos os cidadãos são obrigados a participar e esbravejar discurso de ódio contra os traidores do sistema.

Trecho do livro

1984 é uma distopia escrita após a segunda guerra mundial e pude identificar semelhanças entre o que é descrito lá e a atual realidade do Brasil.

Recomendo que você leia ao livro e tire as suas próprias conclusões

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Batwoman é a nova série do universo DC

Batwoman é uma série norte-americana protagonizada pela atriz australiana Ruby Rose, ela mistura ação, drama e ficção científica. A série estreou em 6 de outubro de 2019 e já foi renovada para a segunda temporada em 2021.


A história se passa em Gotham city que enfrenta uma grande onda de violência e Kate Kane tenta resolver os problemas da cidade e ao mesmo tempo sofre com a não aceitação da morte da sua mãe e a morte da irmã gêmea e ainda tenta reestruturar a vida amorosa após uma grande decepção.

Ruby Rose como Batwoman

Kate Kane é a primeira super-heroína assumidamente lésbica do universo da DC comics, Ruby Rose falou sobre o que tem em comum com a Batwoman: "Temos histórias semelhantes em que nós duas saímos do armário muito jovens, nunca nos escondemos, pagamos preços diferentes, mas parecidos, com isso. Nunca foi uma questão para mim se eu seria ou não honesta sobre minha sexualidade. Eu meio que disse isso por volta dos 11 ou 12 anos da idade, e essa é a mesma história com Kate".

Logo no primeiro episódio somos apresentados a Kate e a Sophia, elas eram namoradas e colegas na academia de formação do exército.

Kate e Sophia 

Quando o relacionamento delas é descoberto Kate é obrigada a se retratar com seus superiores por ter tido uma “conduta inadequada” que é uma mera desculpa para disfarçar a homofobia vigente. Ela se recusa e é expulsa da instituição militar enquanto que Sophia acata a decisão dos seus superiores e permanece no grupo.

Sophia termina com Kate 

Nessa parte do episódio a série faz um paralelo com a política do  Don´t ask don´t tell que vigorou nas forças armadas americanas de 1993 a 2011. De acordo com a revista Fortune: “homens e mulheres homossexuais foram completamente banidos das forças armadas e forçados a mentir em seus pedidos, se quisessem servir. Líderes militares argumentaram na época que membros do serviço abertamente gay interromperiam a "coesão da unidade", ameaçando a eficácia da unidade.”


Os anos se passam e Gotham city está ameaçada por criminosos e o Batman está desaparecido, Kate Kane se transforma na Batwoman para salvar a cidade e esclarecer as mortes da sua mãe e da irmã.


Haverá uma segunda temporada da série em 2021 porém sem a Ruby Rose, a australiana desistiu do papel de Batwoman, segundo rumores divulgados na imprensa a atriz estava insatisfeita com as condições de trabalho por ter que gravar durante muitas horas e isso teria causado atritos no set de filmagem. Outras especulações afirmam que ela desistiu do papel após se machucar no set em uma cena de luta.


De acordo com o site  Decider, os produtores teriam optado por inserir uma nova personagem, em vez de outra pessoa para encarnar a vigilante Kate Kane. Segundo a descrição de anúncio dos recrutadores de atores do The CW Television Network, a atração teria uma nova personagem para assumir o papel de Batwoman em Gotham City.

Não sei se dará certo essa ideia de criar uma nova personagem para o lugar de Kate Kane, de qualquer forma teremos que esperar para saber o que irá acontecer.

 

 

Créditos

Don´t ask don´t tell :https://fortune.com/2018/07/19/dont-ask-dont-tell-25-anniversary/

Batwoman’ Season 2 To Replace Ruby Rose’s Kate Kane With A New Character : https://decider.com/2020/06/02/batwoman-season-2-ryan-wilder-replace-kate-kane-batwoman/

 Ruby Rose : https://observatoriog.bol.uol.com.br/noticias/batwoman-ruby-rose-fala-sobre-heroina-lesbica-e-esteriotipos-na-carreira





sexta-feira, 29 de maio de 2020

Estagiário do DOL e Irmã Sammileny mostram como interagir com os seguidores nas redes sociais

As redes sociais já fazem parte da vida da maioria dos brasileiros desde meados de 2008, nesse período quem não tinha computador tinha a opção de ter acesso a internet por hora nas lan houses, nelas a maior demanda de acessos eram para a rede social Orkut e ao jogo Counter Strike.


Os anos se passaram e o acesso a computadores e smartphones se ampliou e as lan houses entraram em declínio. Porém o uso das redes sociais aumentou, saiu de cena o Orkut e entraram o Instagram e o Facebook.

Nesse cenário de popularização das redes sociais as empresas e figuras públicas tiveram que aderir às redes, se conectar com o público, estabelecer um contato mais próximo com eles e também divulgar trabalhos, produtos e serviços.


Uma rede social se faz de relacionamentos, o público quer ter um ligação mais próxima com as empresas e figuras públicas, por isso é importante oferecer conteúdo e principalmente interagir com os seguidores, ou seja, responder a comentários deles, fazer enquetes e mostrar bastidores da criação do trabalho ou produtos. 

Pelo que percebo os seguidores buscam uma humanização das marcas, produtos ou serviços, querem saber que há uma pessoa que interage por trás de cada perfil e não apenas um perfil “frio”, sem vida e robótico que só tem como foco vender o que quer que seja.


Decidi escrever sobre dois casos bem sucedidos que eu acompanho nas redes sociais aqui em Belém, um no Facebook e outro no Instagram. 

O primeiro caso é o personagem "Estagiário do Dol" na página do Diário do Pará (DOL) no Facebook, acompanho a página há muito tempo e percebi que a equipe que gerencia essa página aproveitou que algumas pessoas criticavam as matérias e que diziam de ter sido escritas por um estagiário e criaram oficialmente o personagem.


O Estagiário do DOL faz legendas engraçadas das reportagens publicadas sendo que algumas delas por vezes são de gosto duvidoso.

 Além disso o Estagi (como é carinhosamente chamado por alguns dos seguidores) costuma responder de forma cômica aos comentários dos seguidores e com isso aumenta o engajamento para a página.

Interação do personagem com os seguidores

Uma coisa curiosa do personagem Estagiário do DOL é a predileção dele por notícias da cantora pop Pablo Vittar, ele a adotou como musa e sempre que possível há notícias dela na página. 

As postagens sobre a cantora estão sempre entre as reportagens mais acessadas no DOL. Alguns leitores reclamam delas e comentam nos posts, o que eles não sabem é que quanto mais comentários um post tem faz por aumentar mais o alcance e o engajamento na página.

Estagiário do DOL e sua musa inspiradora Pablo Vittar

O personagem é a grande estrela da página do facebook do Diário do Pará (DOL), ele fez o número de seguidores aumentar e ainda garante informação e entretenimento para o público que acompanha. 

Outras páginas tentaram replicar a ideia do personagem estagiário, mas não obtiveram sucesso pois o Estagiário do DOL é único. E é um grande caso de sucesso de gerenciamento e criação de conteúdo para a rede social Facebook.

 

No Instagram sigo o perfil da cantora Sammliz que criou há meses atrás o quadro “Irmã Sammileny responde” que é um quadro de conselhos. As histórias são as mais variadas, com destaque para os dilemas sentimentais dos seguidores.


 Ele funciona assim:  seguidor envia um relato na caixa dos stories, ela lê e depois dá conselhos espirituosos e empáticos como se fosse uma irmã mais velha da pessoa.


O quadro tem feito sucesso no Instagram da cantora e a periodicidade dele aumentou durante a quarentena, antes o quadro era sazonal, acontecia por volta de cinco em cinco meses e agora é, em média a cada duas semanas.


Com o “Irmã Sammileny’’ a Sammliz tem conseguido se conectar mais com os seguidores, aumentar o alcance e o engajamento demais posts e eles por sua vez  pelo que eu percebo se sentem mais próximos dela de alguma forma pois sabem que é a artista que está ali e não uma assessoria no comando do perfil.


Estagiário do DOL e Irmã Sammileny são dois casos de sucesso, um no Facebook e outro no Instagram. Ambos perfis fazem o que a maioria dos perfis de figuras públicas e empresas poderiam fazer que é estabelecer uma relação mais próxima com o seu público que quer se conectar de alguma forma e não apenas consumir o trabalho, produto ou o que quer que seja.

 

 


terça-feira, 12 de março de 2019

Avril Lavigne lança novo disco após hiato de 5 anos

Se você acompanha este blog provavelmente sabe que a cantora canadense Avril Lavigne ressurgiu no mundo da música ao lançar o single Head above water em setembro de 2018. De lá para cá muito se especulou sobre como seria esse novo trabalho dela, se continuaria fazendo músicas pop adolescente ou se iria enveredar por novos caminhos musicais.

Agora em 2019 a cantora canadense lançou seu novo disco  Head Above Water,  é o primeiro lançamento de disco dela em anos, ele contém a faixa título do disco além de mais outras 11 canções.


O que me chamou a atenção nesse álbum é que ele traz uma sonoridade diferente do que Avril vinha fazendo desde 2007. Head above water é um disco mais intimista, tem uma atmosfera noturna e por vezes até sombria. Os temas abordados nas letras refletem o que a cantora vivenciou nos últimos tempos como a longa e dolorosa batalha contra a doença de Lyme, o fim de um relacionamento amoroso e as dores decorridas ao longo do relacionamento e após o rompimento dele, e ainda uma reflexão sobre não se sentir pertencente a um estilo de vida que ela levava antes. É um disco autobiográfico e os fãs podem perceber as coisas que a Avril teve que passar e como ela transformou isso em canções.



Os destaques do disco na minha opinião são a faixa título Head above water, Birdie e It wasn't me. Head above water já ganhou um post aqui no blog. Birdie fala sobre se sentir presa em um relacionamento que causa dores para ela, ela se sente como um pássaro preso em uma gaiola. O arranjo de Birdie me remeteu um pouco a sonoridade do disco Under my skin que Lavigne lançou em 2004.

It wasn't me fala sobre não se sentir mais pertencente a um estilo de vida que antes ela levava e também fala sobre querer viver a vida de uma outra maneira e fazer as coisas do jeito dela sem grandes interferências externas. Vale lembrar que Lavigne passou anos lutando contra a doença de Lyme e que durante esse processo ela disse que perdeu muitos amigos, muitas pessoas se afastaram dela a deixando sozinha.


No álbum há a música Dumb Blonde que tem a colaboração da rapper Nicki Minaj, essa música me remete ao pop adolescente que Avril fazia até uns anos atrás e me lembrou da música Girlfriend e The Best Damn Thing do álbum The  Best Damm thing lançado por ela em 2007 porque o arranjo tem partes que parecem as músicas que as cheerleaders cantam nos jogos esportivos.


Eu não entendi o que Avril Lavigne quis fazer ao colocar essa faixa Dumb Blonde que destoa das demais faixas do disco. Head above water mostra uma Avril Lavigne amadurecida pessoalmente e musicalmente, com letras que falam sobre momentos difíceis e complicados que a cantora vivenciou nos últimos anos.


O disco Head above water aponta um novo direcionamento musical na carreira da cantora canadense que finalmente deixou o pop adolescente para trás.

Recomendo que você ouça o novo disco da Avril Lavigne você poderá se surpreender.


terça-feira, 13 de junho de 2017

Mulher Maravilha - O melhor filme da DC

Mulher Maravilha (Wonder Woman, 2017) é um filme estrelado por Gal Gadot e dirigido por Patty Jenkings  e conta a história de Diana Prince desde a sua infância até se transformar na Mulher Maravilha.  O filme se inicia com uma aula de mitologia grega para explicar a origem das Amazonas e qual é a sua missão e o porquê delas permanecerem em Temiscera.

Diana não tem contato com outras lugares do mundo, o conhecimento de mundo dela é restrito a Temiscera, quando ela vai para Londres acompanhar Steve Trevor em uma missão , ela estranha o comportamento das autoridades militares  que a tratam mal e desdenham das capacidades dela  só por ela ser uma mulher.   Na época em que o filme se passa as mulheres ainda eram tratadas como cidadãs de segunda classe e sequer tinham o direito de votar.

Diana se decepciona com o Londres (que simboliza o nosso mundo), pois  o inimigo que ela queria combater  para acabar com a guerra não é somente Ares  e sim algo mais complexo, ela tem um choque de realidade ao  perceber que as pessoas tem seu lado bom e ruim e que a guerra que ela acreditava que era culpa de Ares na verdade tinha outros culpados.
Diana tem um romance com Steve Trevor porém  o romance  não toma conta do filme inteiro porque o grande destaque é a luta da Mulher Maravilha contra Ares e os causadores da guerra.

A Mulher Maravilha é tratada como um super-herói comum, ela não é hiperssexualizada no filme e isso é um grande avanço, pois é muito comum nos filmes de super-heróis usarem a figura feminina somente para explorar o corpo dela e deixar as nuances da personagem de lado.

Um outro fator positivo do filme é que Diana é uma princesa diferente das convencionais, ela vai em busca dos seus objetivos e não precisa de príncipe nenhum para salvá-la, ela própria consegue se defender. O filme  ele oferece as meninas uma representação feminina que é totalmente  diferente das tradicionais princesas Disney que são sempre dependentes dos príncipes

O filme é um grande acerto da DC e demorou muito para uma heroína tão popular como a Mulher Maravilha ganhasse um filme próprio.
A história do filme é muito boa e eu recomendo que assista ao filme no cinema, pois é um dos melhores filmes de super-herói que já foram feitos até agora.

Mulher-Maravilha (2017)
(Wonder Woman)
País: Estados Unidos
Classificação: 13 anos
Estreia: 1 de Junho de 2017
Direção: Patty Jenkins
Roteiro: Jason Fuchs

sábado, 13 de maio de 2017

Resenha do show da Sammliz - turnê Mamba

Dia 12 de maio foi o show de lançamento do videoclipe da música “Quando chegar o amanhã” da Sammliz.
Eu ainda não tinha visto a Sammliz tocar as músicas do primeiro disco solo dela, o Mamba, ao vivo e por isso eu achava que as canções “Quando chegar o amanhã” “Lupita” e “Meu bem” não iriam funcionar sendo tocadas ao vivo.
 Entre essas músicas citadas a que eu menos gosto é “Meu bem” pois o arranjo dela no cd cria uma atmosfera sombria demais.
A canção “Meu bem” ficou muito boa ao vivo sem atmosfera taciturna que ela tem no disco.
A música que eu mais queria ouvir foi “Fucking lovers” que é a minha música favorita do Mamba e que inclusive já fiz uma análise da letra dessa música aqui no blog. Fucking Lovers é uma música excelente ao vivo pois as guitarras ganham muito mais destaque assim,  os vocais da Sammliz são incríveis e contribuem muito para a força da música e para a história que ela conta.

A Sammliz é uma grande cantora e tem uma impressionante presença de palco, aliás desde a época da Madame Saatan a Sammliz já se destacava por ser uma maravilhosa vocalista.

O único ponto fraco do show eu não ter conseguido ver a Inesita, a  baixista tocando as músicas pois o palco era pequeno e ela ficou escondida atrás do guitarrista Leo Chermont. Eu adoro o som do baixo, é o meu instrumento favorito e eu queria ver como a Inesita tocaria o baixo nas músicas pois em Fucking Lovers por exemplo, o baixo é peça chave na canção.

Recomendo que você assista a um show da Sammliz quando você tiver oportunidade.