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quinta-feira, 15 de dezembro de 2022

Gaby Amarantos celebra 20 anos da TecnoShow com gravações de hits da banda

 Gaby Amarantos é uma das cantoras paraenses mais famosas no Brasil, ela começou a carreira na banda Tecno Show no início dos anos 2000 em Belém, a banda foi um grande sucesso e suas músicas marcaram gerações e até hoje tocam em bares e festas da capital paraense. Em  2012 Amarantos  começou a carreira solo e lançou o disco Treme. De lá pra cá ela se distanciou do Tecnobrega que a consagrou e apostou em um som  pop alternativo com parcerias com Duda Beat, Jaloo entre outros.

Ontem Gaby lançou o disco intitulado Tecno Show onde regravou sucessos da sua antiga banda, a maioria das músicas são versões de cantores internacionais e foram autorizadas pelos compositores das canções.

O repertório do disco TecnoShow inclui Não vou te deixar – versão de I don't want to get hurt  (1995), música do duo Roxette – e Reacender a chama que é  True colors (1986), hit da cantora Cyndi Lauper. Enquanto que  Amor calado que é  Palomita branca (1998) do cantor Juan Luis Guerra. Além de versões de If you sucesso do eurodance de 2003 e  Give me tonight  (1984) – sucessos de Magic Box e Shannon que viraram Super pop som e Toca DJ.

Gostei muito das regravações de Toca Dj, Eu não vou te deixar, Superpop e Príncipe Negro. Nelas Gaby manteve a linha melódica original e os arranjos ficaram incríveis na alta qualidade da gravação. Destaque aqui para o produtor Félix Robatto que fez um trabalho impressionante de recuperar os beats de canções tão marcantes como essas.

Félix Robatto, produtor do disco, fez um trabalho excelente.

A música que eu menos gostei foi a regravação de Amor Calado, a original era mais romântica e a escolha melódica da original é muito melhor. Não entendi o que a Gaby quis fazer com essa canção, só sei que não ficou boa.

As regravações trouxeram mais qualidade para as músicas e ficaram muito melhores que as gravações originais, essas músicas estão enraizadas nas memórias afetivas do público de tecno brega do Pará.


·         Gaby Amarantos: Voz

·         Félix Robatto: Guitarra, programação de bateria, percussão, sintetizadores e efeitos.

·         S.M. Negrão: Teclado, programação de baixo, sintetizadores e efeitos.

·         Baka: Tratamento vocal

·         Produzido por Félix Robatto

·         Gravado por Félix Robatto

·         Mixado por MGDZ

·         Masterizado por Fábio Roberto no estúdio Tambor (RJ)

domingo, 12 de junho de 2022

Demi Lovato abraça o rock e lança "Skin of my teeth" seu novo single

 A cantora norte-americana Demi Lovato lançou ontem ‘Skin of my teeth” single do vindouro  álbum Holy Fvck que será lançado em 19 de agosto deste ano. Lovato irá fazer shows no Brasil ainda este ano e será uma das atrações do Rock in Rio 2022.


Demi e seu time de produtores resolveram surfar na onda de revival do pop-rock dos anos 2000 que teve início com Willow, Olivia Rodrigo e Machine Gun Kelly. 

Willow, Machine Gun Kelly e Olivia Rodrigo

Agora vemos uma Demi ‘’roqueira’’ em ‘Skin of my teeth’ que é uma música que lembra um pouco a parceria dela com os Jonas Brothers em Camp Rock misturado com influências do disco Under My Skin  da  Avril Lavigne.

A letra da canção é bem direta e trata de um tema muito sério, o vício em drogas que a levou a uma overdose e quase a matou. Além disso, o nome da música é uma expressão em inglês que pode ser traduzida para algo como "Por um triz".

Lovato mudou o visual e achei que ficou parecendo uma fantasia de vilã da Disney, o figurinista errou ao compor o figurino e a deixou como uma versão super exagerada da Joan Jett.

Joan Jett

Não gostei muito do single ‘Skin of my teeth”, me pareceu algo forçado, feito apenas para aproveitar a ascensão do pop-rock dos anos 2000. Miley Cyrus é ex-colega de Demi na Disney e lançou um álbum em 2020 mais voltado pro rock e deu certo. Agora é esperar o lançamento do disco da Demi para saber se ela vai dar certo no rock.

domingo, 6 de março de 2022

Avril Lavigne retorna as suas origens do pop punk 2000s e lança 'Love Sux' seu novo disco

 Avril Lavigne lançou seu sétimo álbum de estúdio que  se chama Love Sux. Ele foi produzido por Travis Barker, baterista do Blink 182. Barker toca a bateria no disco que também contou com a participação de Mark Hoppus do Blink 182, Machine Gun Kelly e do rapper Bear.

Love Sux foi feito sob demanda para aproveitar a onda de Pop rock (que também é chamado de pop punk)  que ganhou  espaço na mídia e com os ouvintes  nos últimos meses. Artistas  jovens como Willow Smith, Olívia Rodrigo e o próprio Machine Gun Kelly resgataram o gênero e  lançaram singles que seguem essa vertente que foi muito popular nos anos 2000.

Olívia Rodrigo, Machine Gun Kelly e Willow Smith

Avril Lavigne foi a figura mais popular do pop rock naquela época seus três primeiros discos venderam milhões e a consolidaram como a maior representante desse gênero musical.

Avril Lavigne no auge

A partir de 2010 o pop punk entrou em declínio e a carreira da Avril passou por momentos muito esquisitos como quando ela lançou em 2013  as horríveis canções “Hello Kitty” e "Here´s to never growing up" do medonho disco que leva o nome dela.

Esse disco autointitulado é pavoroso. Ruim demais

Em Love Sux ela resgata a sonoridade que a consagrou nos anos 2000, as letras falam sobre namoro, festas, beijos entre outros temas amenos. Ao ouvir o disco tive a impressão de estar ouvindo o disco The Best Damn Thing que ela lançou em 2007, os arranjos e as letras são muito parecidas com as daquela época.

Travis Barker e Avril Lavigne no clipe de Bite Me

Bite Me foi o primeiro single lançado e a música tem menos de 3 minutos e já começa pelo refrão, essa é uma  estrátegia para tentar viralizar a canção no Tik Tok onde vídeos curtos com as infames dancinhas fazem sucesso.


A música que mais gostei do Love Sux foi Dejá Vu embora ela pareça ser atual e sim  uma música perdida do Under My Skin mas que só foi reaproveitada agora, além disso ela destoa das demais do álbum e parece que foi colocada só para cumprir o número mínimo de canções.

Na minha opinião é o melhor disco dela

.Li na internet muita gente reclamando das letras pouco maduras do álbum e chamando Avril de “Peter Pan musical’’ e que ela já tem 37 anos e deveria amadurecer. O curioso foi que a cantora lançou em 2019 o disco Head Above Water que tinha letras mais maduras que os trabalhos anteriores e a mídia e os fãs deram pouca importância para ele, tanto que o single Head Above Water conseguiu apenas um primeiro lugar na parada musical cristã embora não seja uma música religiosa.

Head Above Water (2019) pouca gente deu bola.

Love Sux não é um disco tão ruim como eu já li algumas pessoas escrevendo por aí, é um disco feito sob medida  aproveitar a onda de notoriedade do pop punk. Ao ouvir o disco tive a impressão que Avril não escreveu músicas novas e sim reaproveitou sobras do The Best Damn Thing.


Avril apostou no pop rock que a consagrou décadas atrás e conseguiu atrair a atenção dos seus antigos fãs mas não sei se irá conseguir atingir os jovens de hoje que são da geração tiktok .

 Não me identifiquei nem o som e tampouco com as letras, eu gostava de músicas do tipo do Love Sux  quando eu era adolescente mas vale a pena tu ouvires o disco e  tirar as suas próprias conclusões.

sábado, 20 de março de 2021

Free Woman é a música mais injustiçada do álbum Chromatica da Lady Gaga

 Lady Gaga lançou no ano passado Chromatica seu sexto álbum, dele três músicas foram escolhidas como singles Stupid Love, Rain on me e 911.



Porém tem uma música nesse disco que merecia ter sido lançada como single, é Free Woman que fala sobre superação e autoaceitação.



A cantora declarou em uma entrevista a Zane Lowe na Apple Music que  Free Woman é dedicada a comunidade trans: “Quando eu canto ‘Free Woman’, canto para a comunidade trans”, disse a popstar. 

Lady Gaga na Apple Music

Na minha opinião Free Woman  é uma das melhores músicas do Chromatica junto com Rain on Me.  Free Woman me lembra muito o pop do início dos anos 90 da Madonna, a música Finally da Cece Peniston, além do eurodance que estava em alta na época.

Madonna

Cece Peniston no clipe de Finally

Não lembro com riqueza de detalhes de todos os hits da época porque eu era criança mas tenho uma memória do tipo de música que tocava no rádio e nos lugares que eu frequentava.




Assim que ouvi Free Woman pela primeira vez me senti de volta a infância. A música traz uma nostalgia e com toques de modernidade, o som remete a sonoridade dos anos 90 porém não é datado. Se não fosse a pandemia de corona vírus essa música seria hit em baladas.

Outra coisa que  gostei na canção foram os vocais da Lady Gaga, ela canta a música com bastante emoção e dá pra perceber isso mesmo com as batidas dançantes.

Trecho de Free Woman

Infelizmente Lady Gaga desistiu de trabalhar na divulgação do Chromatica o que é uma pena porque Free Woman é uma música injustiçada pois é muito boa, tem letra e arranjos acima da média das músicas pop atuais e merecia ter sido lançada como single e ter clipe.

Ouça abaixo a música Free Woman.




segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Sammliz lança Leviatã Lux - resenha


Sammliz  divulgou na sexta-feira dia 6 de dezembro seu novo single Leviatã Lux, ele fará parte do EP que será lançado em 2020 após o carnaval.
Antes de o single sair a cantora publicou nas redes sociais as fotos de divulgação do novo trabalho, me chamou a atenção ela ter tirado as fotos em um fundo cor de rosa, sei que a escolha dessa cor não foi aleatória pois no trabalho dela tudo tem um significado, um conceito por trás.

 Na cromoterapia a cor rosa está associada ao amor e ao romantismo, em tonalidade mais escura por sua vez significa sedução e sensualidade.

 Outra coisa que me chamou a atenção foi o uso do triângulo nas fotos, ele simboliza a santíssima trindade e também faz alusão às tríades início, meio e fim e corpo, mente e espírito, acredito que essas tríades serão o conceito central do novo disco.

Leviatã Lux é o nome da música, lux vem do latim e significa luz, já o Leviatã tem dos significados, um bíblico e outro do livro de Thomas Hobbes.  De acordo com Conegero “Leviatã é a transliteração da palavra hebraica levyathan, e que possui origem indefinida. Geralmente entende-se que Leviatã significa “mostro marinho”, “dragão” ou “grande réptil aquático”. Enquanto que no livro de Hobbes o Leviatã representa o estado: “defende a vida de todos, não permitindo que uns atentem contra a vida dos outros. Mas para garantir o respeito ao pactuado, o Estado deve impor, pelo medo, tal obediência. Por isso ele deve ser forte, cruel e violento”.

 A letra fala sobre extrema dor e vulnerabilidade, o eu-lirico mergulha no sofrimento e tentar ressignificá-lo ao se dar conta que  a única vingança possível é o amor.
 O sofrimento é tão intenso ao ponto do eu-lirico usar o corvo como símbolo na parte que fala "gritando como um corvo", esse animal é um símbolo que representa o mau agouro, a morte e outros elementos sombrios. 

Em uma determinada parte é dito: "Vou montando leviatãs e curando o coração, demora" nessa parte aqui o eu-lirico fala sobre não ter medo de procurar as razões do seu sofrimento mesmo que elas sejam dolorosas  para assim conseguir depois de um tempo se recuperar.



A letra ainda diz que "a vingança é o amor, eu vejo o céu no chão" aqui interpreto que por mais que várias coisas ruins tenham acontecido e que haja a sensação de que tudo ficou de cabeça pra baixo não vale a pena se vingar, a vingança aqui é o amor, o oposto do que seria esperado para alguém que foi ferido gravemente.

Leviatã Lux é o começo de uma nova fase da Sammliz que talvez agora aposte mais na sonoridade eletrônica do que o disco antecessor, o Mamba. Fico curiosa para ouvir o disco e descobrir qual é o conceito por trás dele.


Referências sobre o Leviatã: https://estiloadoracao.com/o-que-e-leviata/


terça-feira, 12 de março de 2019

Avril Lavigne lança novo disco após hiato de 5 anos

Se você acompanha este blog provavelmente sabe que a cantora canadense Avril Lavigne ressurgiu no mundo da música ao lançar o single Head above water em setembro de 2018. De lá para cá muito se especulou sobre como seria esse novo trabalho dela, se continuaria fazendo músicas pop adolescente ou se iria enveredar por novos caminhos musicais.

Agora em 2019 a cantora canadense lançou seu novo disco  Head Above Water,  é o primeiro lançamento de disco dela em anos, ele contém a faixa título do disco além de mais outras 11 canções.


O que me chamou a atenção nesse álbum é que ele traz uma sonoridade diferente do que Avril vinha fazendo desde 2007. Head above water é um disco mais intimista, tem uma atmosfera noturna e por vezes até sombria. Os temas abordados nas letras refletem o que a cantora vivenciou nos últimos tempos como a longa e dolorosa batalha contra a doença de Lyme, o fim de um relacionamento amoroso e as dores decorridas ao longo do relacionamento e após o rompimento dele, e ainda uma reflexão sobre não se sentir pertencente a um estilo de vida que ela levava antes. É um disco autobiográfico e os fãs podem perceber as coisas que a Avril teve que passar e como ela transformou isso em canções.



Os destaques do disco na minha opinião são a faixa título Head above water, Birdie e It wasn't me. Head above water já ganhou um post aqui no blog. Birdie fala sobre se sentir presa em um relacionamento que causa dores para ela, ela se sente como um pássaro preso em uma gaiola. O arranjo de Birdie me remeteu um pouco a sonoridade do disco Under my skin que Lavigne lançou em 2004.

It wasn't me fala sobre não se sentir mais pertencente a um estilo de vida que antes ela levava e também fala sobre querer viver a vida de uma outra maneira e fazer as coisas do jeito dela sem grandes interferências externas. Vale lembrar que Lavigne passou anos lutando contra a doença de Lyme e que durante esse processo ela disse que perdeu muitos amigos, muitas pessoas se afastaram dela a deixando sozinha.


No álbum há a música Dumb Blonde que tem a colaboração da rapper Nicki Minaj, essa música me remete ao pop adolescente que Avril fazia até uns anos atrás e me lembrou da música Girlfriend e The Best Damn Thing do álbum The  Best Damm thing lançado por ela em 2007 porque o arranjo tem partes que parecem as músicas que as cheerleaders cantam nos jogos esportivos.


Eu não entendi o que Avril Lavigne quis fazer ao colocar essa faixa Dumb Blonde que destoa das demais faixas do disco. Head above water mostra uma Avril Lavigne amadurecida pessoalmente e musicalmente, com letras que falam sobre momentos difíceis e complicados que a cantora vivenciou nos últimos anos.


O disco Head above water aponta um novo direcionamento musical na carreira da cantora canadense que finalmente deixou o pop adolescente para trás.

Recomendo que você ouça o novo disco da Avril Lavigne você poderá se surpreender.


quinta-feira, 7 de março de 2019

Rouge encerra as atividades mais uma vez


O grupo Rouge encerrou suas atividades depois de 1 ano da volta à ativa. Um comunicado foi publicado nas redes sociais do quinteto agradecendo todo o carinho e apoio dos fãs durante a volta do grupo. Alguns fãs receberam a notícia do fim grupo com surpresa enquanto outros sabiam que o fim do Rouge era possível pois a maioria das integrantes tem filhos, são casadas e já tem uma vida estável por isso não poderiam deixar a vida de lado e se dedicar por longos períodos ao projeto.

Além do comunicado, o Rouge lançou nas plataformas digitais de streaming e no YouTube o  Rouge Sessions - De Portas Abertas que é o segundo extended play (EP) da girl band brasileira, lançado pela Sony Music, sendo o último trabalho antes término do grupo. O acústico conta com cinco canções do grupo em versões acústicas, dentre eles sucessos antigos como "Ragatanga" e "Um Anjo Veio Me Falar", e mais recentes como "Bailando" e "Solo Tu".

 Na versão do YouTube há um depoimento de cada integrante falando sobre as outras. São depoimentos bonitos e sinceros, é possível perceber que há carinho e admiração umas pelas outras e que os desentendimentos de anos atrás ficaram no passado mesmo.


Fiquei triste quando soube que o grupo iria se desfazer mais uma vez, porém eu entendo o motivo. O fato é que o Rouge continua sendo o maior e melhor grupo pop que o Brasil já teve, elas fizeram um excelente trabalho e encerraram com chave de ouro mais esse ciclo.

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Avril Lavigne lança novo single “Tell me it´s over’’ e mostra amadurecimento musical


A cantora canadense Avril Lavigne voltou para o mundo da música em 2018 e lançou seu single “Head above water’’ em outubro deste ano.  O novo álbum da cantora  será lançado em 15 de fevereiro de 2019.

“Head above water’’foi o seu primeiro lançamento após um hiato de 5 anos, o  single já mostrava que ela estava aberta a novas sonoridades.

Lavigne lançou em dezembro deste ano o seu segundo single, “Tell me it´s over’’ que é diferente de tudo que ela havia feito até então. O single aposta um uma sonoridade que remete ao R&B que era feito por cantoras como Billie Holiday, Ella Fitzgerald, Aretha Franklin e Etta James. Eu não poderia imaginar que Avril tinha essas influências musicais pois sua carreira foi feita em cima do pop-rock, que no início dos anos 2000 era chamado de “Pop punk”e ela era conhecida como a punk princess.

A canadense atualmente está com 34 anos e demorou para amadurecer o seu som pois continuava a fazer músicas pop para o público adolescente, não sei se por escolha dela ou se era imposição contratual da gravadora.

Ela faz agora a transição musical para um som pop mais “adulto”. Avril concedeu uma entrevista para a Billboard onde falou sobre seu novo single: “Tell Me It’s Over” é um hino sobre ser forte, dando finalmente um basta e fechando as portas em um relacionamento, que você sabe que está errado, após cair diversas vezes no jogo”[...] "Eu queria escrever algo clássico e inspirado por algumas das rainhas atemporais que ouço todos os dias na minha casa, como Billie Holiday, Ella Fitzgerald, Aretha Franklin e Etta James. Elas representam mulheres que defendem mulheres e que não toleram mais as babaquices de um homem", completou a cantora.

Tell me it´s over marca uma mudança de sonoridade e de discurso de Avril Lavigne, se antes ela se recusava a amadurecer musicalmente agora faz isso muito bem.