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sexta-feira, 26 de agosto de 2022

Britney Spears lança parceria com Elton John em seu novo single 'Hold Me Closer'

 Britney Spears  é uma das cantoras pop mais famosas do mundo, nos anos 2000 ela ganhou o apelido de "Princesa do Pop" por aparentemente ser a sucessora da Madonna nesse gênero musical.



Os anos se passaram e com ele alguns problemas na vida pessoal de Spears vieram, ela foi colocada sob os poderes de uma curatela e não pode gerir a sua vida com autonomia por 14 anos.

O lançamento é o primeiro de Britney desde o fim de sua curatela, em novembro do ano passado. Seu último álbum foi Glory, de 2020.



Os rumores de que Britney Spears e Elton John estavam gravando uma música juntos gerou expectativas nos fãs de ambos e ontem 25/08 lançaram a música Hold Me Closer que é uma versão do sucesso Tiny Dancer que Elton lançou em 1971.



A música aproveita o refrão e parte da letra da canção original e a outra parte foi acrescentada pela Britney. Hold Me Closer  é uma dance music  genérica e pode fazer sucesso em festas e academias de musculação por aí.



Esse novo lançamento de Britney Spears significa a retomada da sua carreira artística mas ainda não é o que de melhor a princesa do pop  pode fazer. Hold Me Closer é razoável porém não é e nem será uma música que vai marcar a discografia da Britney.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2020

Miley Cyrus se inspira nos anos 80 para lançar Plastic Hearts seu novo disco

 Miley Cyrus lançou o aguardado disco Plastic Hearts e eu esperava um disco de indie rock por causa das covers que ela lançou meses atrás como Zombie do the Cranberries e Heart of Glass do Blondie.


A minha expectativa não se confirmou, em contrapartida Plastic Hearts é um disco pop com várias influências das décadas anteriores mais precisamente dos anos 1980, ele traz elementos de new wave e seus sintetizadores de volta para esse álbum contemporâneo.



 Miley Cyrus sofreu bastante nos últimos anos, ela passou por um incêndio em sua  casa, teve  divórcio com o ator Liam Hemsworth  e o falecimento de sua avó, bem como os problemas que assolam o mundo em geral.

Tudo isso influenciou esse novo trabalho que traz  grandes batidas de synth pop , letras sobre relacionamentos  e dois duetos com ícones dos anos 80, Joan Jett e Billy Idol.



As melhores músicas para mim são Plastic Hearts, Prisoner, Midnight Sky,Night Crawling feat. Billy Idol e Edge of Midnight.

Prisoner, Midnight Sky e Edge of Midnight já tiveram posts específicos aqui no blog e por isso não irei comentá-las.


O disco abre com a música WTF Do I Know que é um pop-rock que me lembrou muito o som que a Avril Lavigne fazia nos anos 2000, inclusive poderia ser uma faixa bônus do disco Let Go lançado por ela em 2002. Nela Cyrus fala sobre relacionamentos fracassados e teve gente que achou que isso é uma indireta para o ex-marido dela.


A segunda faixa é a que dá nome ao disco, a melodia me lembrou muito as músicas Sympathy for the Devil dos Rolling Stones (1968) misturada com Maneater da dupla Hall & Oates (1982) e para mim é uma das melhores músicas do disco.

Outra música que eu destaco é Night Crawling que  é um dueto de Miley com o Billy Idol, ela é  um synth-pop que me remeteu ao trabalho de bandas New Wave dos anos 80  como New Order e Depeche Mode misturada com Blondie.



Plastic hearts tem três baladas Angels like you, High, Never be me. Eu não gostei de nenhuma delas e para mim passou a impressão que foram colocadas para cumprir o número mínimo de canções no disco e para mim essas faixas não fazem sentido.  O disco também traz as faixas Bad Karme feat Joan Jett, Gimme What I want, Hate me e Golden G string que não me chamaram a atenção.


Miley Cyrus em Plastic Hearts quis fazer referência ao pop dos anos 80 e ao mesmo tempo se mostrar como uma artista um pouco mais madura e além de evitar criar polêmicas vazias como
 na era Bangerz de 2013.



Recomendo que você ouça as músicas Plastic Hearts, Prisoner, Midnight Sky,Night Crawling feat. Billy Idol e Edge of Midnight.

 

Qual a sua opinião sobre o álbum Plastic Hearts da Miley Cyrus?

domingo, 18 de outubro de 2020

A reinvenção de Miley Cyrus

 Nunca me interessei pela  carreira da Miley Cyrus mas sei que ela despontou para o estrelato na série Hanna Montana da Disney, depois do fim da série ela lançou a música Party in the USA que foi um hit.

Miley Cyrus em 2020


Em meados de 2013 ela lançou o disco Bangerz que continha dois grandes hits da época como Can´t stop e Wrecking Ball. Naquele momento ela tentava se desvencilhar de vez da imagem de atriz mirim da Disney e para isso apostou em uma imagem pública e clipes que geraram controvérsias.

Eis que Cyrus ressurge mais amadurecida musicalmente em 2020 e lançou o single Midnight Sky, ela está numa nova fase agora, flertando com o rock e a sonoridade do pop dos anos 80, visualmente ela parece como se a Madonna e o David Bowie tivessem tido uma filha.


No single Miley se inspirou numa sonoridade pop dos anos 80. Segundo a cantora a maior inspiração para a canção foi a Stevie Nicks do Fleetwood Mac, Nicks trabalhou com Miley na produção da faixa e inclusive autorizou o uso de samples da música Edge of Seventeen que foi lançada por ela no início dos anos 80.

Stevie Nicks - Edge of Seventeen (1981)

Miley e Stevie Nicks

 Midnight Sky na minha opinião é um pop muito melhor do que as músicas anteriores que não tinham personalidade e poderiam ter sido gravadas por qualquer cantora pop.

Midnight sky

Fui surpreendida  positivamente com música e tenho a ouvido com frequência no Spotify. A faixa me passa a impressão que Miley finalmente gravou um single que queria de verdade. Confira abaixo a apresentação ao vivo de Midnight Sky.



Outra coisa que me chamou a atenção foram as covers que Cyrus tem feito, é uma melhor que a outra, ela tem conseguido imprimir sua personalidade nas músicas e tem feito apresentações incríveis. 
Ela tem colocado nas covers a influência de rock que ela tem, fazendo com que as canções se tornem únicas. Recentemente ela arrasou na cover de Heart of Glass da banda Blondie que você pode assistir abaixo.

Blondie - Heart of glass (1978)




A Debbie Harry, vocalista da banda, gostou da cover que ficou incrível. Miley baixou o tom da música e a cantou utilizando técnicas de belting, não é nada "gritado" e sim pura técnica vocal mesmo.

terça-feira, 18 de agosto de 2020

Sammliz expurga dor dilacerante no novo single 'Irmã'

 Sammliz lançou hoje dia 18 de agosto de 2020 o seu novo single Irmã, ele fará parte do EP Leviatã Lux que teve seu lançamento adiado por causa da pandemia (leia o post desse blog Sammliz lança Leviatã Lux para entender o conceito por trás do trabalho)

A própria cantora contou em uma live do instagram sobre o que a música se trata, segundo ela é uma história pessoal, de alguém que foi gravemente ferido e enganado por outrem que foi maldoso, mas que, diante dos outros se mostra outra pessoa totalmente diferente, muitas pessoas podem se identificar com a canção.

Irmã é um pop eletrônico com influências dos anos 80 mas com uma letra profunda, o que me remeteu a música Hard Times do Paramore no disco After Laughter de 2017 onde letras inquietantes recebem uma roupagem pop.

A letra de Irmã é ainda mais forte do que a do single Leviatã Lux e mostra uma mulher que sofre de uma dor lancinante.

“O que você dirá?

À quem atravessar o seu caminho com um punhal no coração?”


O começo da música já mostra a enorme dor que o eu-lírico sente, “punhal no coração’’ é uma frase muito forte que demonstra que ele foi  traído e dilacerado por dentro pois o coração simboliza o amor, no caso dessa letra é um amor fraternal. Vale lembrar que em português é mais comum de ouvir a frase “apunhalado pelas costas’’ mas a causadora do ato vai além do ataque inesperado e mata de forma vil o amor fraternal que o eu-lírico sentia.

“Ainda se dirá filha do sol, fogo, vento, e mar?

Mas quem é filha de lá não atravessa o coração de outra mulher”

Aqui temos novamente a palavra coração para dar ênfase na traição e o eu-lírico ainda fala que a traidora se dizia esotérica ou pretensamente good vibes da internet por conta dos quatro elementos da natureza. É o caso da pessoa que se diz evoluída enquanto age de forma cruel.


“O que você dirá ao mundo sobre quem é você?

Sobre quem foi você um dia sombra atrás de mim

Ainda se dirá real em sua felicidade virtual?

Só sei que quem é luz não atravessa outra mulher”

Aqui o eu-lírico demonstra incredulidade pela deslealdade que sofreu, pois, essa pessoa era tão próxima a ponto de ser confundida como a sombra, ele ainda questiona sobre o que essa pessoa irá de mostrar como é na sua felicidade falsa de rede social. “Só sei que quem é luz não atravessa outra mulher” temos a reafirmação da dor sofrida.


Você não é quem diz

E quem será que é na escuridão

Você não é quem diz

E quem será você?

Irmã”

Aqui o eu-lírico se mostra novamente incrédulo sobre o que sofreu e não reconhece na pessoa que ele conhecia essa que a traiu.


“O que você dirá? O que você não disse ainda pra você que levará apenas solidão?

Ainda brilhará afinal seu ativismo artificial?

Pois quem é luz não vai sangrar jamais outra mulher

O que você será quando acordar ainda em você

ainda tão pequena sombra atrás de mim’’


Nesse trecho há uma crítica a falsa sororidade apregoada em redes sociais, mais uma vez temos a menção a deslealdade sofrida pelo eu-lírico e um questionamento se essa pessoa ainda se dará conta do que cometeu.


“Ainda pedirá perdão desviando meus olhos abissais?

Pois quem é luz  sempre se vê em outra mulher”

Nesse trecho há o questionamento se ela irá pedir perdão para o eu-lírico que está destruído de tanto chorar.

“Quem será irmã, quem será

Quem é amor, quem?

Quem será irmã, quem será?

Quem é amor, quem?

Eu?”

No final temos os questionamentos sobre o que cada um de nós é na escuridão.

Irmã já está disponível no streaming

A canção tem uma letra forte, mostra uma dor excruciante sendo depurada em pouco mais de três minutos de canção. Sammliz está despedaçada, sangra, e mesmo assim não planeja vingança ou se autodestrói. Irmã é o expurgo de uma dor dilacerante.

Nunca passei por dor semelhante à desse novo single porém consigo ter ideia do sofrimento depois de ouvir a música.


quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Reboot de As Panteras - Kristen Stewart é a estrela


As Panteras (Charlie's Angels,2019) é a nova adaptação da série dos anos 1970 e dos filmes dos anos 2000. Nessa nova aventura  Sabina Wilson (Kristen Stewart), Jane Kano (Ella Balinska) e Elena Houghlin (Naomi Scott) embarcam numa perigosa missão global com objetivo recuperar um produto gerador de energia que se cair em mãos erradas pode gerar destruição. O filme é dirigido por Elizabeth Banks que também atua no filme como a Bosley.






O destaque do filme é a Kristen Stewart que atua muito bem tanto nas cenas de ação quanto nas cenas de humor. Aliás é a personagem de Kristen, a Sabina, que é a responsável pelos momentos de humor do filme, a atriz conseguiu interpretar sem parecer boba ou forçada. Stewart mostra o quanto melhorou como atriz nos últimos anos e que a implicância que algumas pessoas ainda tem com ela por causa da saga Crepúsculo tem que ficar no passado.


Além disso o melhor figurino é da Sabina, ela tem o visual mais tomboy de todas as Panteras, a maquiagem da personagem destaca os olhos e faz uso de bastante delineador.

O ponto mais fraco é a personagem Elena que é um tanto caricata e isso me incomodou no filme, ela é uma personagem boba e que na maioria das vezes só serve para atrapalhar as missões, acho que essa personagem foi mal elaborada propositalmente no roteiro. Embora Elena seja uma personagem chata e por vezes irritante  isso não chega a comprometer o filme.

As Panteras é um filme que cumpre com o seu papel de aliar ação e humor, é um ótimo entreternimento.



Título original:   Charlie´s Angels
Produção:  EUA/2019
Gênero:  Ação
Duração:  1h59min
Classificação etária: 14 anos
Direção:Elizabeth Banks
Elenco: Kristen Stewart, Naomi Scott, Ella Balinska e mais


segunda-feira, 15 de abril de 2019

Ensaio para a II Mostra Cultural


Domingo foi o dia do meu ensaio com a Marina, para a II Mostra Cultural: especial duetos. O ensaio foi em um estúdio, foi uma experiência nova para nós pois nunca havíamos entrado em um estúdio antes, eu cheguei até a comentar com ela  que eu  estava nervosa e tremendo por dentro.



A banda passou a música You know I'm no good da Amy Winehouse duas vezes com a gente, na primeira vez o áudio saiu estranho e na segunda vez deu tudo certo. As linhas de baixo dessa música são maravilhosas e ouvir isso  ao vivo foi demais, eu amo o som de baixo, é o meu instrumento favorito.


Nos dias anteriores ao ensaio eu estava tendo dificuldades com a letra e a Marina gentilmente se dispôs a ficar com as partes que eu estava tendo dificuldades, então dividimos a letra da música que ficou assim:
Eu fiquei com o começo e ela com o final, nós decidimos que vamos cantar o refrão juntas. 

Estou muito feliz de estar nesse trabalho com Marina, deu muito certo essa nossa parceria para o dueto, ela é muito gente boa, gentil e canta muito bem. Ter ela ali do meu lado no palco me passa uma segurança e tranquilidade, sinto que tudo vai dar certo.

Cantar para em um palco, ter plateia será uma coisa nova para mim, estou empolgada e também um pouco nervosa também com a nossa apresentação da II Mostra Cultural. Mas sobretudo estou feliz comigo mesma por me permitir ter mais uma experiência enriquecedora na minha vida. Decidi mais uma vez enfrentar os meus medos e a timidez para realizar mais um sonho que é cantar no palco.

domingo, 2 de setembro de 2018

Rouge mostra amadurecimento musical em "Dona da minha vida''


Rouge lançou “Dona da minha vida” seu novo single, ele representa uma nova fase do grupo mais madura e  contemporânea.
Quando o nome da nova música foi lançado eu não gostei pois “Dona da minha vida” me pareceu nome de música de sofrência e ainda me remeteu as novelas mexicanas que o SBT exibe.

Sofrência não tem nada a ver com a música do Rouge, o single  é um pop moderno e adulto, o grupo mostra que cresceu e amadureceu musicalmente, os tempos de músicas  que o Rick Bonadio produziu voltadas para o público infanto juvenil  foram encerradas no último show da turnê dos 15 anos do lançamento do primeiro cd delas.

Em “Dona da minha vida” o Rouge mostra que continua cantando muito bem e que as harmonias estão impecáveis, a letra da canção traz uma mensagem de superação de relacionamentos abusivos ou de outros problemas o que faz com que muitas pessoas possam se identificar com a canção. 

Um fato curioso é que a parte que a Luciana canta é a “voltei e agora vou por cima” pode ser interpretada como um desabafo pois ela saiu de forma repentina do Rouge no auge do sucesso e a imprensa da época a criticou bastante, ela tinha saído “por baixo” quando deixou o grupo.

O clipe foi dirigido pela produtora Os Primos que dirigiu o clipe anterior delas o “Bailando” e também  dirigiu clipes de artistas como Pablo Vittar, Luan Santana e Wanessa Camargo.
 Os Primos conseguiram fazer uma produção cinematográfica no clipe de “Dona da minha vida” que conseguiu conversar muito bem com a mensagem da letra da música, destaco também a fotografia espetacular desse clipe, é simplesmente maravilhoso, parece que estamos assistindo um vídeo de um grupo americano por causa da excelente qualidade.

No clipe de percebi uma referência do figurino branco delas, o vestuário faz alusão ao figurino  das guerreiras amazonas do filme da Mulher Maravilha e do clipe “That's my girl” do Fifth Harmony, talvez o diretor tenha usado essas referências mesmo. 
Fifth Harmony - That´s my girl

Quando o grupo está marchando roupas brancas pelas ruas há a presença de alguns homens na marcha junto com elas, acredito que os diretores tenham colocado isso como uma mensagem de que homens e mulheres precisam lutar juntos para superar o machismo.

O figurino de Li Martins a deixa com um seio de fora e segundo ela isso foi uma maneira de fazer um protesto em favor da amamentação em público pois ela disse ter sofrido preconceito por amamentar a filha, ela quis que o figurino dela passasse uma imagem delicada e forte que é a imagem dela como mãe.

Gostei dessa nova música e curiosa para saber como serão as demais músicas já que há a possibilidade de elas lançarem um novo disco. E você o que achou do novo single do Rouge “Dona da minha vida”?

domingo, 15 de abril de 2018

Rouge volta a Belém após 15 anos e contagia o público

No dia 14 de abril de 2018 foi realizado no Hangar- centro de convenções em Belém o show do Rouge, foi o segundo show do grupo na capital paraense, o primeiro ocorreu em 2003 e eu fui assistir.

Em 2018 o Rouge voltou a Belém, desta vez o público era composto em sua maioria por pessoas que eram crianças e adolescentes em 2003, até porque dessa vez a censura era de 18 anos, diferente da época do primeiro show.

Elas iniciaram a apresentação cantando a música “Blá blá blá’’ que ganhou muita intensidade ao vivo e se transformou em um pop rock, o público estava muito animado, parecia que estava possuído pelo ritmo Ragatanga e cantou a música a plenos pulmões e pulou bastante. 

A energia que a plateia passava era grande, todos estavam muito felizes pelo show e aproveitaram o momento, havia poucas pessoas filmando com o celular, o público estava interessado em curtir a apresentação.

A animação do público era tão grande que contagiou as integrantes do Rouge, Aline e Luciana estavam com os olhos marejados e pareciam não acreditar na tamanha recepção calorosa que o público deu para o grupo.

 Li Martins, Aline e Luciana chegaram a agradecer a plateia pelo carinho e Fantine afirmou que o público belenense foi o mais caloroso e animado da turnê.
 Uma coisa  legal que percebi foi a boa sintonia entre Fantine e Luciana, mostrando que as divergências entre elas ficaram no passado.

O Rouge tocou todos os seus hits destaque para as músicas que mais gosto que são “Não dá pra resistir’’, “Beijo molhado’’, “Um anjo veio me falar’’ e “Brilha la luna’’. Elas são grandes cantoras e demonstram isso ao cantar muito bem as baladas e as músicas mais agitada, Rouge é o melhor grupo pop da história do Brasil e dificilmente serão superadas. 

Embora todas as integrantes sejam cantoras incríveis a minha favorita é a Luciana, desde sempre ela foi minha Rouge favorita, ela é uma grande cantora e muito carismática também, ela brilha no palco.

Já no final do show o Rouge tocou o novo single “Bailando’’, “Brilha la luna’’ e encerrou o show com o “Ragatanga”. Foi 1h30 de hits, todas estavam incríveis, principalmente a Luciana.

Eu só tirei fotos quando elas estavam cantando as 4 músicas que eu nunca gostei.
Não quis gravar vídeos ou tirar muitas fotos pois a minha intenção era  aproveitar  o momento e ver meu grupo pop preferido e que marcou a minha infância.

Adorei o show do Rouge, foi muito bom ver de novo um show depois de tanto tempo. Torço para que tenha mais uma apresentação do grupo em Belém.