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domingo, 24 de maio de 2020

Análise do clipe Rain on me de Lady Gaga e Ariana Grande

Lady Gaga e Ariana Grande  lançaram  no dia 22/05/2020 a música "Rain On Me", o single é segundo da divulgação do álbum "Chromatica" da Gaga.


É um pop dançante que na minha opinião é melhor que Stupid Love que foi o primeiro single do Chromatica, a letra de Rain on Me fala sobre superação de momentos ruins que tanto Gaga quanto Grande viveram nos últimos anos.

O clipe foi lançado e é cheio de referências e simbolismos para serem interpretados, o que é uma marca do trabalho de Lady Gaga, ela sempre traz um conceito por trás de cada videoclipe e álbum que lança, nada é feito por acaso.


O clipe tem vários símbolos o maior deles é a chuva que aparece em vários momentos do clipe, logo no começo do Gaga é atingida por uma chuva de punhais que são as críticas dos haters, da mídia e as injustiças que ela sofreu, um dos punhais fica cravado na perna dela o que interpretei que ela foi atingida por essas críticas e além disso é uma referência ao problema com álcool que ela teve.


Assim como a Mother Monster, Ariana Grande também passou por dores profundas nos últimos anos com o atentado suicida de Manchester onde 22 pessoas foram mortas ao final do show dela na Manchester Arena e a overdose fatal de Mac Miller, seu ex-namorado.


Lady Gaga dança com o punhal encravado na perna o que eu interpretei como uma forma de tentar superar os problemas, é como se ela dissesse “estou ferida, mas não vou deixar me abater por todos esses problemas”. Depois da primeira coreografia Lady Gaga arranca o punhal da perna como se tivesse se livrando dos problemas que ela enfrentou.

O fundo do clipe é uma mistura de elementos futuristas e pós apocalíptico que fazem parte do conceito do álbum Chromatica.

Outra coisa que me chamou a atenção foi que Lady Gaga e Ariana Grande  meio que trocam de papel, elas trocam a maquiagem, cabelo e  roupa e Gaga fica parecendo a Ariana e vice e versa. Ariana usa uma roupa que remete ao clipe de G.U.Y de Gaga enquanto ela usa roupa uma roupa que faz referência ao clipe de Break Free da Ariana.


Tem uma parte que elas estão de mãos dadas e os cabelos estão esvoaçantes, interpretei como um símbolo de união e liberdade.


No final do clipe as duas celebram juntas e dançam sob a chuva pelo  fato por estarem vivas depois de todo o sofrimento ambas que passaram.

 

E você, qual sua opinião sobre o clipe de Rain on me?



sábado, 18 de janeiro de 2020

Resenha do filme Frozen II: Elsa e Anna em busca da verdade


Frozen II  estreou nos cinemas brasileiros no dia 2 de janeiro de 2020 e desde então tem sido um sucesso de bilheteria. Nessa continuação do filme de 2013 Elsa e Anna começam uma nova aventura, desta vez elas irão às profundezas da floresta vizinha a  sua terra natal, Arendelle, e têm como objetivo descobrir a verdade sobre um inquietante mistério que afeta seu reino e a origem dos poderes de Elsa.



Assisti ao filme na versão dublada e destaco pontos positivos e negativos da animação.
Pontos positivos: 

O amor fraternal de Elsa e Anna é o grande destaque do filme, elas superam várias adversidades e desentendimentos em prol do amor que elas têm, é bonito ver isso e passa uma mensagem para as crianças de que o amor é a base de tudo.



O novo longa metragem está muito mais bonito e incrível que o filme anterior graças aos avanços nas  técnicas mais avançadas de animação desde 2013. Nessa nova animação há cenas belíssimas e ricas em detalhes como luzes e brilhos, as cenas são impressionantes.



Olaf tem mais cenas nessa nova animação e está muito mais engraçado, as cenas de humor são todas dele. Fábio Porchat foi quem dublou o personagem e fez um excelente trabalho, a dublagem feita por ele foi determinante para que o boneco de neve conseguisse ser o responsável pelas cenas de humor do filme.



Outra coisa que vale a pena destacar são as cenas de Olaf e Anna quando eles fazem reflexões sobre a vida e que nada é permanente, tudo está em constante mudança.



Pontos negativos:

O filme demora para engrenar e chega até ser enfadonho por alguns momentos, lembro que cochilei durante alguns segundos na parte que eles vão para a floresta e ficam
andando por lá.

As músicas são onipresentes dos filmes da Disney e em Frozen 2 não é diferente porém elasnão funcionaram muito bem nesse filme e me passaram a impressão que foram colocadas para suprir lacunas de narrativa, é o famoso "encher linguiça".


Ainda sobreas músicas, elas são muito fraquinhas e não tem nenhuma que seja tão boa e marcante como a canção Let It Go do filme anterior. Além disso a música do Kristoff é de um romantismo piegas que parece que foi obtida no repertório do cantor Fábio Jr. Como assisti ao filme na versão dublada poder ser que na versão original as canções sejam melhores. 



 De qualquer forma recomendo que você assista Frozen II e tire as suas próprias conclusões.


sábado, 20 de janeiro de 2018

GW indica: Strobo

Strobo é um duo que foi formado em 2011 por  Léo Chermont (guitarra e synth) e Arthur Kunz (bateria eletrônica). Conheci o Strobo em 2012 em um show da Karina Buhr, eles eram uma das bandas de abertura e  naquela época o som já era legal porém me dava a sensação de que faltava alguma coisa, tinha a impressão de que se tivesse um vocalista junto com eles iria ficar muito melhor.


Os anos se passaram, eles lançaram três cds  “Strobo” de 2011 e “Delírio Cromático” de 2012) “Mamãe quero ser pop” de 2014, em 2018 assisti novamente a um show do Strobo e gostei muito do som atual, tocam rock com influências de pop, synthpop oitentista, guitarrada e até funk carioca. A influência do synthpop fica bem nítida em algumas músicas onde a sonoridade 8bits logo nos remete a jogos de videogame antigos. 

Gostei  muito pois eles aprimoraram o som e agora não falta nada, não precisa de vocalista pois o duo agora se basta.


Recomendo que você conheça o som do Strobo e caso tenha a oportunidade de assistir a um show vá porque o som deles é muito bom.